Há muito que digo que sou privilegiada: Faço o que gosto e vivo disso!
É verdade que ainda não é da forma que desejo. É verdade que ainda não pus totalmente as mãos na massa e que, cada vez mais, o desafio é atraente e intrigante. Cada vez mais urge fazê-lo em plenitude e liberdade total.
E não estou sozinha.
Não, não somos só 4 privilegiad@s - respondi a A. quando me dizia que pensava precisamente isso.
Li, há tempos, que o mundo tem urgência de pessoas que amam o que fazem.
Bem sei, eu própria também tenho urgência de mais pessoas que amem o que fazem, à minha volta, na minha vida.
Aqui ficam 11 histórias simples e inspiradoras. Há tantas, tantas mais!!!
Respiro um pouco mais aliviada cada vez que me encontro com gente assim.
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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
domingo, 2 de fevereiro de 2014
Vamos! Startup! Liberdade! :-)
Começar de novo
e contar comigo
vai valer a pena
ter amanhecido!
...
é assim que começa a letra de uma canção do Ivan Lins que conheço melhor cantada pelo Chico Buarque e cuja melodia recordo frequentemente.
Quererá isto dizer que começo de novo, muitas vezes?
Talvez. E ainda bem!
Em Dezembro, entrei na Bertrand, passeei um pouco, olhando para os livros sem procurar nada. A determinada altura, vi um livro com uma capa e um título que me chamaram muito a atenção. Como tinha tempo, sentei-me a ler. Li as primeiras 36 páginas até que recebi uma mensagem que me fazia ter que sair dali. Olhei o preço e decidi comprá-lo. Devorei-o em poucos dias, registando dezenas de ideias de negócio e de rumos de vida, para começar de novo.
Já o aconselhei a muitas pessoas.
Já o procurei na internet para recomendar a outra tanta gente, como se de repente eu estivesse muito rodeada de gente que quer mudar algo na sua vida e a quem acho que um livro como este pode ser tão inspirador como foi comigo.
O difícil mesmo é pôr as mãos à obra!
O livro?
The $100 startups, de Chris Guillebeau.
Ler algo aqui e aqui. O site do livro aqui e o site do moço aqui.
Outras pesquisas têm-me feito percorrer caminhos também muito interessantes.
Estou a começar a desenhar o meu futuro. E gosto!
Neste momento, ando a acompanhar isto: http://www.dueno-de-mi-tiempo.com/
e, por isso, encontrei-me com outras boas inspirações como: http://viviralmaximo.net/ e http://seleyenda.com/.
e contar comigo
vai valer a pena
ter amanhecido!
...
é assim que começa a letra de uma canção do Ivan Lins que conheço melhor cantada pelo Chico Buarque e cuja melodia recordo frequentemente.
Quererá isto dizer que começo de novo, muitas vezes?
Talvez. E ainda bem!
Em Dezembro, entrei na Bertrand, passeei um pouco, olhando para os livros sem procurar nada. A determinada altura, vi um livro com uma capa e um título que me chamaram muito a atenção. Como tinha tempo, sentei-me a ler. Li as primeiras 36 páginas até que recebi uma mensagem que me fazia ter que sair dali. Olhei o preço e decidi comprá-lo. Devorei-o em poucos dias, registando dezenas de ideias de negócio e de rumos de vida, para começar de novo.
Já o aconselhei a muitas pessoas.
Já o procurei na internet para recomendar a outra tanta gente, como se de repente eu estivesse muito rodeada de gente que quer mudar algo na sua vida e a quem acho que um livro como este pode ser tão inspirador como foi comigo.
O difícil mesmo é pôr as mãos à obra!
O livro?
The $100 startups, de Chris Guillebeau.
Ler algo aqui e aqui. O site do livro aqui e o site do moço aqui.
Outras pesquisas têm-me feito percorrer caminhos também muito interessantes.
Estou a começar a desenhar o meu futuro. E gosto!
Neste momento, ando a acompanhar isto: http://www.dueno-de-mi-tiempo.com/
e, por isso, encontrei-me com outras boas inspirações como: http://viviralmaximo.net/ e http://seleyenda.com/.
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Mudar o mundo
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Porto Rico, infelizmente
Amanheço com uma triste notícia. Procuro chegar lá onde, sendo estrangeira (e europeia...) espero ser mais intocável e ajudar a ampliar as vozes de quem está a ser oprimido na sua liberdade, no sonho, na luta por um mundo mais justo e solidário. Puerto Rico precisa da atençao internacional.
...
Eduardo Galeano: Palabras a las autoridades puertorriqueñas
Mis queridos hermanos puertorriqueños:
Los pueblos que no escuchan los reclamos de sus estudiantes corren el peligro de quedarse sin futuro. La ciudadanía estudiantil es la que custodia el fuego sagrado de la esperanza de los pueblos, y la guardan con su arrojo, con su temeridad, con su inviolable capacidad de soñar. Hay que escuchar a los estudiantes, aguzar el oído, mirarlos a los ojos y leer lo que nos dicen con sus actos, pero sobre todo con el deseo encendido de su mirada. Cuando el resto claudica y se recoge en la madriguera cómoda de la conveniencia, los estudiantes se alzan. Cuando el resto piensa hoy no, mañana quizás, los estudiantes dicen: ahora. Cuando el resto se acostumbra a lo que hay, los estudiantes nos muestran el sendero luminoso del porvenir. En momentos como éste, cuando esta Latinoamérica nuestra sufre, con el resto del mundo, las consecuencias nefastas del desplome de la avaricia del capitalismo salvaje, hoy más que nunca, no nos podemos dar el lujo de darle la espalda a nuestros estudiantes. Hay una comunidad internacional que observa con interés el desarrollo de este movimiento. Esperamos, de las autoridades universitarias y gubernamentales, el mayor respeto. Desistan del uso de la fuerza. Siéntense a negociar con ellos en paz, de igual a igual. Escúchenlos. Sean generosos. No están dentro del recinto, atrincherados en el campus, por puro capricho. Están allí porque ellos son el corazón, la llama viva de la universidad.
...
Eduardo Galeano: Palabras a las autoridades puertorriqueñas
Mis queridos hermanos puertorriqueños:
Los pueblos que no escuchan los reclamos de sus estudiantes corren el peligro de quedarse sin futuro. La ciudadanía estudiantil es la que custodia el fuego sagrado de la esperanza de los pueblos, y la guardan con su arrojo, con su temeridad, con su inviolable capacidad de soñar. Hay que escuchar a los estudiantes, aguzar el oído, mirarlos a los ojos y leer lo que nos dicen con sus actos, pero sobre todo con el deseo encendido de su mirada. Cuando el resto claudica y se recoge en la madriguera cómoda de la conveniencia, los estudiantes se alzan. Cuando el resto piensa hoy no, mañana quizás, los estudiantes dicen: ahora. Cuando el resto se acostumbra a lo que hay, los estudiantes nos muestran el sendero luminoso del porvenir. En momentos como éste, cuando esta Latinoamérica nuestra sufre, con el resto del mundo, las consecuencias nefastas del desplome de la avaricia del capitalismo salvaje, hoy más que nunca, no nos podemos dar el lujo de darle la espalda a nuestros estudiantes. Hay una comunidad internacional que observa con interés el desarrollo de este movimiento. Esperamos, de las autoridades universitarias y gubernamentales, el mayor respeto. Desistan del uso de la fuerza. Siéntense a negociar con ellos en paz, de igual a igual. Escúchenlos. Sean generosos. No están dentro del recinto, atrincherados en el campus, por puro capricho. Están allí porque ellos son el corazón, la llama viva de la universidad.
sábado, 20 de março de 2010
hoje comprei um ramo de cravos vermelhos
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Casamento
Ontem, num país chamado Portugal e que fica, para mim, também do outro lado do mar, o governo aprovou, em Conselho de Ministros, a proposta de lei que legaliza o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Agora muita água vai ainda correr debaixo das pontes, enquanto a descriminação, a falta de igualdade nos direitos, os atropelos à liberdade continuarem a ser a água que se bebe e se dá de beber. (Um recado ao Sr. constituição nacional: inconstitucional é o senhor!)
Quando este país for realmente um país... amar vai ser um acto de liberdade. E isso não tem nada a ver com género. Nem com sexo!
Quando este país for realmente um país... amar vai ser um acto de liberdade. E isso não tem nada a ver com género. Nem com sexo!
sábado, 15 de agosto de 2009
Volta ao Mundo
Tudo começa pelo desejo da realização de um sonho.
A volta ao mundo. Um ano. Partir e Voltar.
Experimentar-me. Dar. Ser. Simplesmente ser.
Voluntariar-me.
Depois o sonho começa a tomar forma. A América do Sul já é uma realidade.
E o que for será.
Eu vou por aí, por onde me leve o tempo e a viagem.
A volta ao mundo. Um ano. Partir e Voltar.
Experimentar-me. Dar. Ser. Simplesmente ser.
Voluntariar-me.
Depois o sonho começa a tomar forma. A América do Sul já é uma realidade.
E o que for será.
Eu vou por aí, por onde me leve o tempo e a viagem.
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