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domingo, 5 de maio de 2013

Javier Krahe - como cocinar un cristo e muito mais!

Este homem tinha que entrar no meu blogue!
Na verdade, entra neste blogue por causa de um vídeo intitulado:"Como cocinar un cristo"


E não porque, em 2012, tenha sido julgado, num tribunal de Madrid, precisamente pela sua expressão da arte.
Felizmente, para que conste, o juiz teve algum discernimento artístico (coisa a elogiar, certamente) e, na altura de lançar um veredicto (apenas porque a puta sociedade não soube, desde o princípio, entender que não havia nada de que acusar Javier Krahe), proferiu um: la película casera objeto de la demanda fue el resultado del legítimo ejercicio de una expresión artística que "con un componente burlesco, hizo una crítica del fenómeno religioso en nuestra sociedad". En el corto hay "un inequívoco sentido satírico, provocador y crítico, pero no el de ofender".
Menos mal, senhor juiz de Espanha! - digo eu.
Agora, ouçamos a música deste senhor, detenhamo-nos nas suas letras, escutemos o seu respirar pedir que o deixemos preferir simplesmente la hoguera, la hoguera, la hoguera ou os kazoos de "Marieta" e deixemo-nos de mais distracções!
Esta noite, vai comigo para a cama, o senhor Krahe, porque vou ver aquela que não é a vida privada dele!

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

domingo, 4 de setembro de 2011

Toma

2ª parte da triologia sobre corpo e identidade: "Kill Me" que resultou numa instalação e performance em vídeo, fotografia e performance estreada em Setembro de 2010 no Arco 8 em Ponta Delgada.
Neste video:
câmara - Tiago Melo Bento
fotografias - Sofia Carvalho
interpretação, voz e realização - Maria Simões
Música - Meira Asher

domingo, 23 de janeiro de 2011

Toma

Sinto-me mais leve, flutuando até. Intenso filmar. Estar lá a realizar e a interpretar ao mesmo tempo, tentando que o corpo meu seja todos os corpos e a identidade. Sem conseguir que as palavras comuniquem todo o pensar a uma câmara que, noutra mão, parece estar na minha mão. Profundo. Um caminho a descobrir. Cansada por ter deixado sair toda a contenção. Contida. Muito contida. Ainda inquieta. E já aliviada...
foto de Sofia Carvalho manipulada por mim

sábado, 18 de dezembro de 2010

vou por aí...

Uma música e um poema com dois anos, um vídeo com um ano, uma publicação de hoje...
Fazer memória é apagar...


quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Toma (mais um excerto)

foto de Sofia Carvalho

Para o videoarte "Toma" (que está ainda em fase de edição) trabalhei com a fotógrafa Sofia Carvalho. Mais um encontro artístico bonito e um alguém que diz "sim" a um desafio que desconhece. Foi muito bom! Obrigada, Sofia

quinta-feira, 13 de maio de 2010

sexta-feira, 26 de março de 2010

Manda-me bocas

Diz a minha maestra de videoarte (Alejandra Alarcón) que muitos dos bons videoartistas começaram por fazer algum vídeo a partir da sua própria boca. Começa-se muitas vezes com o que temos mais à mao, ou seja, filmar-nos a nós própri@s! Assim, também comecei. (Nao quer dizer que deseje, sonhe ou alguma vez venha a ser boa videoartista ou sequer artista!) E o meu primeiro vídeo ficou pronto, mas nao o consigo colocar aqui. Ainda. Está muito pesado. Chama-se "Manda-me bocas", brevemente num youtube ou num blogue perto de ti!







Guardam segredo? Nao me importava nada, mesmo, agora, tropeçar num mac com Final Cut... só para mim!!!! Tenho milhoes de ideias de coisas que gostaria de fazer... eheheh

quinta-feira, 18 de março de 2010

Isto é videoarte

e além do mais é performance... tem conteúdo, sentido e chega a ser tocante. Vale a pena ser artista assim. Pipilotti Rist é uma mulher... daquelas! Ao que parece, só parou quando foi obrigada pela polícia quando estava a filmar isto!


segunda-feira, 8 de março de 2010

Oficina de Videoarte

Hoje, vou começar a frequentar uma Oficina de 10 dias (20h) de Video Arte. Aqui. Por princípio, pediam que as pessoas inscritas tivessem um computador portatil pessoal. O John deixa-me usar o "meu" Mac da Performing Life, mas... nao é portátil. E vai daí que a formadora me informou que ia partilhar o seu computador comigo. Faineza, nao?