No meu dia de anos, recebi de presente uma história contada ao telefone. Era a história de uma árvore brasileia chamada Ipê. Tentei desenhar a sua vida ao longo de um ano. Ela dá flores no inverno 💪. Fiz três tentativas anteriores de desenhos que são bons para acender a lareira. Este é o quarto e já me satisfez um bocadinho...
domingo, 22 de março de 2020
sábado, 21 de março de 2020
sexta-feira, 20 de março de 2020
quinta-feira, 19 de março de 2020
terça-feira, 17 de março de 2020
segunda-feira, 16 de março de 2020
sexta-feira, 13 de março de 2020
quarta-feira, 4 de dezembro de 2019
domingo, 1 de dezembro de 2019
segunda-feira, 4 de junho de 2018
domingo, 3 de junho de 2018
sábado, 24 de fevereiro de 2018
quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018
aprendi...
"Aprendi
o silêncio com os faladores, a tolerância com os intolerantes, a
bondade com os maldosos, e, por mais estranho que pareça, sou grato a
esses professores."
Khalil Gibran
Khalil Gibran
quarta-feira, 31 de janeiro de 2018
meu detergente de loiça caseiro
4 canecas de chá vinagre de sidra
12 canecas de água
2 cabecas de sabão ralado (ou sabonete natural, ou de glicerina)
sumo de 2 limões (médios)
8 colheres de sopa de bicarbonato de sódio
2 punhados de sal grosso
ralar o sabão
juntar a água ao vinagre até ferver. reduzir para o mínimo o fogo. depois adicionar os ingredientes por esta ordem: sal, limão, sabão e bicarbonato de sódio.
só se adiciona um ingrediente quando já se diluiu o anterior. deve estar sempre a mexer continuamente com uma colher de pau...
cuidado na fase final, quando se junta o bicarbonato, ele pode fazer tudo sair da panela. eu uso uma panela de 10 litros e é pequena pelo que desligo o fogão antes de juntar o bicarbonato e mexo com mais velocidade, junto devagarinho o bicarbonato.
sexta-feira, 5 de maio de 2017
Grilo na sala
O grilo na sala adora a chuva, lá de fora, e canta que se farta, cá
dentro. Quando eu era pequenina, o Titó tinha-os numas gaiolas miniatura
recheado-as de tenras folhas de alface, todos os dias, só para os ouvir
cantar ... Gostava ele daquele canto
:-)
Eu sou mais pela liberdade do grilo (ou será uma grila?) e deixo-o
andar à solta pela casa. (verdade seja dita que já lhe disse hoje duas
vezes onde está a porta da rua, caso ele se tenha esquecido) E folhinhas
tenras de alface... isso é que não, desculpe meu senhor, senhora... se
quer comidinha verde e tenra, tem muita ali fora. Deixarei a porta
aberta. Tenho dito e, a ser religiosa, terminaria com um "Ámen".
quinta-feira, 20 de abril de 2017
CAL I
sobrinha neta e bisneta de caiadeiras, caiar tem que saber!
Preparei hoje a minha primeira baldada de cal a partir de pedras!
E está bem linda.
:-)
Os avisos de meia população alarmista fizeram-me vestir assim:
O resultado final pode ser visto amanhã, em foto de telemóveis que fotografem decentemente.
Os baldes metálicos (de tinta) são já difíceis de encontrar mas o vizinho Francisco (com a ajuda de meia rua da costa) lá me desenrascou um belo balde de lata de 20 litros.
Juntei em 10 litros de água um pouco de óleo de linhaça. Deixei-lhe cair lentamente 3 kg de pedra de cal. Esperei meia hora. Mexi com um pau. Juntei mais 2 kg de pedra de cal ao preparado. Vi a coisa começar a burbulhar, mexi só uma vez para desfazer o aglomerado que se formou (1 pedra grande, grande que, por conseguinte, poderia vir a ser perigosa). Esperei mais meia hora. Voltei a mexer com um pau.
A mistura está bastante grossa pois falta-lhe juntar água ... mas está bem linda, com uma bela cor branca e sem grumos.
Amanhã há mais caiadeira!
Segui os conselhos da maravilhosamente linda e mais do que octagenária vizinha Adélia, da senhora da loja, do Júlio, da vizinha Alcine e do Sr. Francisco e foi tudo confirmado aqui:
http://domusmater.blogs.sapo.pt/23885.html
e muita inspiração e incentivo aqui: https://caiarte.wordpress.com/
Recordo conversa de ontem:
- Então mas você vai pintar com cal?
- Claro, pois, com que é que havia de pintar?
- Mas a sua casa é caiada?
- É sim, é sim.
- ...
(silêncio do outro lado e o ar dúbio de quem, no meu lugar, pintaria mas é com tinta daquela cheia de químicos e que não deixa respirar paredes... )
Há coisas que continuam a parecer muito estranhas à vizinhança. Uma é que eu deite abaixo paredes. Outra é que eu ofereça maçãs à janela. Ainda o facto de falar com toda a gente e me rir alto! (que alegria, vizinha! quando é que vem para cá viver?) Agora, é estranho (mas ao mesmo tempo, reparo, motivo de admiração bonita) que eu vá caiar.
Pois que sim. Claro que vou!
Amanhã ;-)
Preparei hoje a minha primeira baldada de cal a partir de pedras!
E está bem linda.
:-)
Os avisos de meia população alarmista fizeram-me vestir assim:
O resultado final pode ser visto amanhã, em foto de telemóveis que fotografem decentemente.
Os baldes metálicos (de tinta) são já difíceis de encontrar mas o vizinho Francisco (com a ajuda de meia rua da costa) lá me desenrascou um belo balde de lata de 20 litros.
Juntei em 10 litros de água um pouco de óleo de linhaça. Deixei-lhe cair lentamente 3 kg de pedra de cal. Esperei meia hora. Mexi com um pau. Juntei mais 2 kg de pedra de cal ao preparado. Vi a coisa começar a burbulhar, mexi só uma vez para desfazer o aglomerado que se formou (1 pedra grande, grande que, por conseguinte, poderia vir a ser perigosa). Esperei mais meia hora. Voltei a mexer com um pau.
A mistura está bastante grossa pois falta-lhe juntar água ... mas está bem linda, com uma bela cor branca e sem grumos.
Amanhã há mais caiadeira!
Segui os conselhos da maravilhosamente linda e mais do que octagenária vizinha Adélia, da senhora da loja, do Júlio, da vizinha Alcine e do Sr. Francisco e foi tudo confirmado aqui:
http://domusmater.blogs.sapo.pt/23885.html
e muita inspiração e incentivo aqui: https://caiarte.wordpress.com/
Recordo conversa de ontem:
- Então mas você vai pintar com cal?
- Claro, pois, com que é que havia de pintar?
- Mas a sua casa é caiada?
- É sim, é sim.
- ...
(silêncio do outro lado e o ar dúbio de quem, no meu lugar, pintaria mas é com tinta daquela cheia de químicos e que não deixa respirar paredes... )
Há coisas que continuam a parecer muito estranhas à vizinhança. Uma é que eu deite abaixo paredes. Outra é que eu ofereça maçãs à janela. Ainda o facto de falar com toda a gente e me rir alto! (que alegria, vizinha! quando é que vem para cá viver?) Agora, é estranho (mas ao mesmo tempo, reparo, motivo de admiração bonita) que eu vá caiar.
Pois que sim. Claro que vou!
Amanhã ;-)
quinta-feira, 30 de março de 2017
quinta-feira, 8 de dezembro de 2016
UBUNTU
Uma sociedade sustentada pelos pilares do respeito e da solidariedade faz parte da essência de ubuntu, filosofia africana que trata da importância das alianças e do relacionamento das pessoas, umas com as outras. Na tentativa da tradução para o português, ubuntu seria “humanidade para com os outros”. Uma pessoa com ubuntu tem consciência de que é afetada quando seus semelhantes são diminuídos, oprimidos. – De ubuntu, as pessoas devem saber que o mundo não é uma ilha: “Eu sou porque nós somos”. Eu sou humano, e a natureza humana implica compaixão, partilha, respeito, empatia – detalhou em entrevista exclusiva ao Por dentro da África, Dirk Louw, doutor em Filosofia Africana pela Universidade de Stellenbosch (África do Sul). Dirk conta que não há uma origem exata da palavra. Estudiosos costumam se referir a ubuntu como uma ética “antiga” que vem sendo usada “desde tempos imemoriais”. Alguns pesquisadores especulam sobre o Egito Antigo (parte de um complexo de civilizações, do qual também faziam parte as regiões ao sul do Egito, atualmente no Sudão, Eritreia, Etiópia e Somália) como o local de origem do ubuntu como uma ética, mas o próprio fundamento do ubuntu é geralmente associado à África Subsaariana e às línguas bantos (grupo etnolinguístico localizado principalmente na África Subsaariana).
CONHEÇA Por dentro da África
Na esfera política, o conceito é utilizado para enfatizar a necessidade da união e do consenso nas tomadas de decisão, bem como na ética humanitária. Dirk lembra que também existe o aspecto religioso, assentado na máxima zulu (uma das 11 línguas oficiais da África do Sul) umuntu ngumuntu ngabantu (uma pessoa é uma pessoa através de outras pessoas) que, aparentemente, parece não ter conotação religiosa na sociedade ocidental, mas está ligada à ancestralidade. A ideia de ubuntu inclui respeito pela religiosidade, individualidade e particularidade dos outros.
Ubuntu ressalta a importância do acordo ou consenso. A cultura tradicional africana, ao que parece, tem uma capacidade quase infinita para a busca do consenso e da reconciliação (Teffo, 1994a: 4 – Towards a conceptualization of Ubuntu). Embora possa haver uma hierarquia de importância entre os oradores, cada pessoa recebe uma chance igual de falar até que algum tipo de acordo, consenso ou coesão do grupo seja atingido. Este objetivo importante é expresso por palavras como Simunye (“nós somos um”, ou seja, “a união faz a força”) e slogans como “uma lesão é uma lesão para todos” (Broodryk, 1997a: 5, 7, 9 – Ubuntu Management and Motivation, de Johann Broodryk). Uso da palavra com a democracia na África do Sul Após quase cinco décadas de segregação racial apoiada pela legislação, o processo de construção da África do Sul no pós-apartheid exigia igualdade universal, respeito pelos direitos humanos, valores e diferenças. Desta forma, a ideia de ubuntu estava diretamente ligada à história da luta contra o regime que excluía a cidadania e os direitos dos negros.
in http://www.revistapazes.com/ubuntu-filosofia-africana-que-nutre-o-conceito-de-humanidade-em-sua-essencia/
quarta-feira, 13 de julho de 2016
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